Nova do Portishead

O Portishead lança “Chase The Tear” em prol da luta pelos Direitos Humanos. A primeira música gravada pela banda desde Third, lançado no ano passado, terá seu rendimento revertido para a Anistia Internacional.

O valor de U$ 0.99 cobrado para baixar a faixa ajudará pessoas que lutam pelo bem da humanidade a reverter penas de morte injustas, libertar presos políticos, combater toda espécie de tortura, exploração dos povos indígenas, exigir dos governos respeito a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

A Declaração foi adotada pela ONU em 10 de dezembro de 1948 em resposta à barbárie nazista e também às bombas atômicas lançadas pelos Estados Unidos em Hiroshima e Nagazaki, instituindo-se assim o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

“Chase The Tear” tem mesmo um apelo especial que a data merece. Sem igual na discografia do Portishead, a música faz referências explícitas ao krautrock, com sintetizadores distópicos capazes de deixar de joelhos o mais fanático fã do Can.

O sugerido revival soa como tributo às bandas do influente movimento de rock eletrônico dos anos 70 e indício de uma guinada na sonoridade do Portishead. É acompanhar para ver no que vai dar as rachaduras que o groove robótico de “Chase The Tear” impôs ao peculiar trip-hop melancólico do grupo de Bristol.

Infelizmente, por enquanto, o download da faixa não está disponível para o Brasil. Fica o vídeo de “Chase The Tear”, em nome do compromisso com a luta pelos Direitos Humanos.

Portishead – Chase The Tear

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