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DFA Recs Supernovas

Impop pára no coração da cena novaiorquina: a DFA Records e seu sub-label Death From Above, berço e cartão postal do cenário eletrorock mundial. E pára pra dançar. Afinal, hoje é sexta, dia de mixtape. E a da vez foi produzida pela dupla de mixers J&J, ou Justin Miller and Jacques Renault, com lançamentos da [...]

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Vampire Weekend: “Oxford Comma”

Com um novo plano seqüência retorno às postagens aqui no Impop. Quem me pauta é o vídeo da música “Oxford Comma”, do Vampire Weekend. As imagens dirigidas por Richard Ayoade colocam Truffaut e Monty Python no Upper West Side Soweto – auto-batismo do caldeirão sonoro temperado com afropop, ska e new wave – da banda [...]

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Music is the weapon of the future

“Music is the weapon of the future: fifty years of african popular music”, livro do jornalista francês Frank Tenaille, conta a história do afrobeat, afropop, afrobeat, highlife, entre outros gêneros musicais africanos e reúne 30 verbetes sobre os seus principais artistas, como Fela Kuti, e bandas.

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NOMO: Ghost Rock

Ghost Rock, o novo disco da banda Nomo, indica novos caminhos para as vanguardas dos grooves ao renovar o afrobeat com contemporaneidades do funk, jazz, música latina e música eletrônica.

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Soy Impop

Soy Cuba é um exemplo clássico de obra Impop, pela sua difícil relação com interesses que vão além do compromisso com a sensibilidade da criação autoral. O melhor (e esquecido) filme sobre a Guerra Fria.

Pagode Russo
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Pagode Russo

A obra do Lua é um acervo de inventividade, forte como o sertanejo e rica, entre outras qualidades, por provocar a tradição com a tendência que tem de ser global. Assim sonhou Gonzagão quando compôs “Pagode Russo”: “ontem sonhei que estava em Moscou/ dançando um pagode russo/ na boate Cossaco/ Parecia até um frevo/ naquele cai ou não cai/ parecia até um frevo/ naquele vai ou não vai.”

Fuerza, Cuba!
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Fuerza, Cuba!

Cuba em vários sotaques musicais. Ritmos que não sonegam a dança mesmo que a melodia não sugestione euforia. Improviso que convida a novidade para um novo sabor, uma nova dose de rum, com Skatalites, La Floripondio, Los Guaracheros de Oriente, Ska Cubano, Bill Laswell, Quantic, Free Hole Negro, Buena Vista Social Club

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Jazz ‘n’ Tapes

Teo Macero dedicou sua vida ao jazz moderno atuando como compositor, arranjador e, principalmente, produtor. Atingiu o ápice da sua carreira quando impôs ao seu ofício um caráter autoral, de co-autor, digamos, na produção de álbuns clássicos da discografia de Miles Davis: “Kind of Blue”, “Sketeches of Spain”, “In a Silent Way”, “A Tribute to Jack Johnson” e “Bitches Brew”.

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GOG: hip hop de autor que não tem preço

Disco ao vivo de GOG, Cartão Postal Bomba, pode ser baixado pelo preço que o público quiser pagar. O sétimo álbum do MC GOG leva ao palco as evoluções do hip hop nacional que tendem ao encontro com a música popular brasileira.

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Melhores de 2007: há algo brasileiro no ar

A lista das listas. É como considero a lista de melhores de 2007 do site Scream and Yell. Por compilar os eleitos de uma considerável fatia da crítica musical brasileira. Um júri formado por 91 votantes, entre blogueiros, jornalistas, músicos, produtores, escritores, dedicados a análise de vertentes distintas. O resultado, belo mosaico de tendências, não [...]

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O tempo do blues

A edição nacional de “Blues” foi lançada no Brasil pela Conrad. É homenagem ao blues, à “música dos antigos”, de uma época em que vender alma ao diabo não significava se render às futilidades da indústria cultural. Sim, também elabora crítica caústica, rica em humor irônico, às evoluções comerciais da música popular.

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