A temporada de festivais foi aberta. O país vive um circuito de eventos distintos, porém conectados pela atitude de independência, mesmo que seja submissa a padrões estabelecidos. Esse não foi o caso do FMI (é preciso dizer: Festival da Música Independente de Maceió), mas foi o do Campari Rock.
Curioso é o mau gosto dos nomes dados aos festivais. Contraditório em relação ao que propõem. O realizado em Maceió, bem mais à vontade com o caráter independente, escalou parte significativa da primeira divisão autoral do Brasil: Tom Zé, Wado, Cidadão Instigado, Sonic Junior, Bonsucesso Samba Clube, entre outros. Matias fez um apanhado multimídia que dá conta de tudo o que rolou por lá.
Sobre o Campari Rock, quando disse que seguia padrões estabelecidos, me referi a uma estrutura maior, com patrocinador que nomeia o festival e acredita que só atrações internacionais dão visibilidade para a marca na mídia. Mais problemático, porém, é o desejo de ser gringo. Foi amplamente divulgado na mídia que o segundo Campari Rock nasceu para ser uma versão, do Reading inglês. Tem, portanto, um perfil mais conformado. Mas enquanto compromissado em trazer bandas bacanas, tudo bem. Mesmo assim sobra para as novas bandas a sina de tocar para o vazio, sempre empurradas para os horários de abertura dos portões destes eventos. Foi o que aconteceu com Montage, Digitaria, Walverdes e Ludovic, as bandas, digamos, mais independentes, desconsiderando a questão artística, da segunda edição do Campari Rock. Nas postagens a seguir comento os shows do festival.
Só para fechar, vale lembrar que os clarins dos festivais indies anunciam para os próximos dias o Abril pro Rock, em Recife, e o Mada, em Natal.







gostei da decisao de fazer um festival de bandas independentes com musicas independentes,por que na maioria dos festivais que eu vou sao de bandas que tocam musicas aleia………………
vvvvvvvvvvvvaaaaaaaaaaaaallllllllllllllllllllllleeeeeeeeeeeeuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!!!!!!!!!
VANESSA,
UM ABRAÇAO A TODOS QUE FREQUETAO ESTE SITE.